quarta-feira, 18 de abril de 2012

Calma Apertada


Calma apertada
Diariamente a fugir, no sentidos bem apurados..

Necessidade interdita de ir,
Necessidade interdita de correr..

Objetivos alterados,
Nesta vida que parecia tão límpida, clara, e às vezes até justa.

Aterro no chão.. porque no ar não há espaço para mim..
Tento, e retento para avariar..

Consigo mas não fico satisfeita
Algo está errado. Preciso de mais e menos ao mesmo tempo.

Só estou bem onde não estou e só quero estar onde não posso e quando estou, não gosto ou não aprecio o suficiente.

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